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quarta-feira, novembro 13, 2013


Parto normal ou cesariana: qual é a melhor maneira de ter o seu bebê?


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De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é campeão mundial de cesarianas. Enquanto o percentual recomendado pela autoridade é de 15%, a média nacional, de acordo com o Sistema de Informações de Nascidos Vivos (Sinasc), do Ministério da Saúde, é de 52,2%. E as autoridades são uníssonas quando o assunto é a melhor maneira de ter o bebê: parto normal é, sem dúvidas, a melhor opção.
Na rede privada, 80% dos partos são cesária.



Isso porque a cesariana é um procedimento cirúrgico e indicado apenas quando a mãe ou o bebê corre algum risco: desproporção céfalo-pélvica (quando a cabeça do bebê é maior do que a passagem da mãe); hemorragias no final da gestação; ocorrência de doenças hipertensivas na mãe específicas da gravidez; bebê transverso (atravessado); e sofrimento fetal. A ocorrência de diabete gestacional, a ruptura prematura da bolsa e o bebê com trabalho de parto prolongado também são consideradas indicações relativas para a cesariana.

Cesariana tem recuperação mais lenta
"A cesariana, quando feita por indicação, salva vidas, tanto da mãe quanto do bebê. Mas ocorre uma banalização da opção pela cesariana. Temos hoje no Brasil um modelo privado de hospitais que induz à cesariana. A mulher é ligada a um profissional que tem uma agenda, outros partos agendados ou consultas, e nem sempre ele tem tempo ou está à disposição para acompanhar todo o processo do parto normal. Criou-se a cultura de que a cesariana é uma forma prática, moderna e indolor de ter um bebê", avalia a coordenadora técnica do programa Saúde da Mulher, do Ministério da Saúde, Esther Vilela.

"A questão é econômica, pois os médicos precisam atender no consultório (para sobreviver) e nem sempre conseguem dar assistência suficiente às parturientes que optam por terem parto normal. Sabe-se que os partos normais podem levar muitas horas para acontecer, e não são todos os médicos que conseguem se dispor a isso, considerando os valores pagos pelos convênios", observa a psicóloga Cynthia Boscovich.

A recuperação mais rápida após o parto normal é apenas uma das vantagens que a mulher tem ao optar por essa modalidade. Logo após o nascimento, o bebê acolhido pela mãe cria um vínculo que facilita o aleitamento e a relação de mãe e filho. "O bebê nasce na hora que ele quer, e não na hora que alguém escolhe, é o momento que ele está pronto para vir ao mundo. Com o parto vaginal (normal) a criança e a mulher têm menos riscos como infecções, trombose e hemorragia, sem contar que a recuperação é mais rápida", afirma o Coordenador da Maternidade do Hospital Albert Einstein Eduardo Cordioli.


Normalmente, após o início das contrações do trabalho de parto, o parto natural pode levar entre 10 e 12 horas, enquanto a cesariana tem duração aproximada de uma a uma hora e meia, de acordo com o Coordenador da Maternidade do Hospital Albert Einstein, Eduardo Cordioli. Hormônios como ocitocina e cortisol são liberados pela mulher, melhorando a maturidade fetal e pulmonar da criança, além de facilitarem a saída do bebê. Ao passar pelo canal do parto, a compressão auxilia a eliminação do líquido pulmonar, que facilita o amadurecimento pulmonar e o sistema respiratório do bebê, evitando doenças. Para o bebê são só vantagens. Mas um dos maiores medos da mulher é a dor de dar à luz de maneira natural, que atualmente é suprimida com a aplicação de anestesias específicas ou um pequeno corte no períneo que facilita a saída da criança. "Com o parto normal, no mesmo dia a mulher já pode andar. Ela tem a dor do parto, mas após isso acaba a dor. E a dor do parto pode ser atenuada com anestesia. Já com a cesariana, a mulher precisa de uma semana a dez dias para se recuperar", explica ginecologista e obstetra Domingos Mantelli Borges Filho. Exercícios de respiração ajudam a controlar a dor e também preparam a mãe para o momento de fazer força ao expelir o bebê.

Cesariana: parto para mãe ou bebê em risco
É mito que a vagina não volta à forma após o parto normal
O medo da mulher muitas vezes não é só com a dor do parto. Outros receios afastam ainda mais as futuras mães da opção pelo parto normal. "Elas acham que alarga a vagina, o que não é verdade. A vagina volta ao normal, ela tem elasticidade para isso", reforça Domingos. Com poucos pontos negativos, o parto normal é o mais vantajoso para a criança: "Apenas nos casos em que a mulher não está preparada ou rejeita totalmente a ideia do parto normal por medo ou tensão é que há ponto negativo. Para a criança não existem muitas desvantagens, a não ser que se detecte sofrimento fetal agudo, ou seja, a desaceleração dos batimentos cardíacos", explica a naturologa e Doula Raquel Oliva, da Comparto. Neste caso, dá-se início ao procedimento cirúrgico.

Se a mulher tem um canal de parto muito restrito, os médicos optam pelo corte no períneo entre o ânus e a vagina chamado episiotomia. Normalmente, o corte é feito nas mulheres de primeira gestação ou as mães que têm um canal mais estreito. "Se a musculatura dificulta a saída do bebê, é melhor optar pela episiotomia, pois pode ocorrer o rompimento da musculatura acarretando incontinência fecal ou urinária e outros problemas" explica Domingos Filho. Segundo ele, a recuperação é como a de um corte simples, pois os pontos são feitos com fios absorvíveis, ou seja, a mulher não precisa ir até o médico para retirar os pontos, e a cicatrização é mais rápida. "A mulher pode sentir uma leve ardência e a cicatrização é concluída em até uma semana", finaliza.

Relações sexuais: quando a mulher está pronta?
Algumas medidas podem deixar o parto mais confortável tanto para a mãe quanto para o bebê. "O ideal seria que essa passagem possa ser feita suavemente e com tranquilidade. O que pode ser feito para que o ambiente se torne acolhedor para o bebê é reduzir a luminosidade da sala de parto, colocar a criança junto da mãe, de preferência em seu peito para ouvir os batimentos cardíacos dela e a mãe falar com o bebê, pois ele estava acostumado com sua voz desde o útero", sugere a psicóloga Cynthia Boscovich. Colocar uma música tranquila, se houver alguma que a mãe ouvia durante a gestação, também poderá proporcionar segurança ao bebê, explica a psicóloga: "E amamentá-lo caso ele busque instintualmente o seio também fortalece o vínculo entre os dois.".

A volta à vida sexual permeia o imaginário de homens e mulheres, que não sabem ao certo quando podem voltar a ter relações sexuais normalmente. "Independente de parto normal ou cesária, não é indicado ter relação sexual até o término do puerpério, que são os cerca de 42 dias de quarentena da mulher após dar à luz. É nessa fase que ocorre a loquiação, ou seja, o sangramento uterino que começa com o vermelho vivo, passa por colorações rosa e rosa claro e desaparece. "A partir daí, quando o médico liberar pode ter relações sexuais. A recuperação depende de cada mulher", explica Domingos.


Dicas GNT.Globo


segunda-feira, agosto 26, 2013


Exercícios físicos durante a gravidez: conheça os mais indicados e seus benefícios


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Exercícios físicos durante a gravidez são essenciais para o bem-estar e a saúde da mãe. Entre os benefícios está o controle do ganho de peso e o relaxamento do corpo e da mente. Para Luciana Flor, professora da Cia Athletica especializada em gestantes, em São Paulo, “entre os principais benefícios dos exercícios físicos durante a gravidez destaco o controle do ganho de peso, o relaxamento e o ganho em qualidade de vida”.


De acordo com a fisioterapeuta Patrícia Marques, coordenadora do núcleo gestante do Espaço Stella Torreão, no Rio de Janeiro, “praticar exercícios físicos durante a gestação também traz benefícios no pós-parto, já que melhora a circulação sanguínea, evitando os incômodos inchaços, e permitindo retorno mais rápido às atividades cotidianas”.

Apesar dos benefícios, é preciso ter certeza do bom condicionamento físico antes de partir para a academia. Luciana Flor não recomenda a mudança de atividades após a gravidez. “Se a grávida pratica musculação há anos e foi liberada pelo médico, não há motivo para optar pelo pilates, por exemplo. O ideal é que ela pratique uma atividade prazerosa, com a qual seu organismo já está acostumado”, diz Luciana.

Grávidas sedentárias exigem maior atenção 
Gestantes que nunca praticaram nenhum tipo de exercício físico devem começar aos poucos. “Elas podem fazer atividades aeróbicas, como pedalar e caminhar, mas também recomendo a musculação, que vai trabalhar os músculos mais exigidos pela gravidez, melhorando a postura e diminuindo dores nas costas”, diz a professora.

Segundo a professora de educação física especialista em gestantes Mariana Furtado, do Espaço Bella Gestante, no Rio de Janeiro, “alguns obstetras só liberam as atividades físicas após a 12ª semana, período com mais risco de abortamento”. A seguir, confira uma seleção com os exercícios mais indicados para grávidas:

  • 1 - Hidroginástica


    Hidroginástica é o exercício mais indicado pelos médicos para as grávidas. De acordo com Luciana Flor, a água traz conforto para as gestantes. “Na água elas não sentem o peso da barriga, o que aumenta a segurança para praticar exercícios”, diz a professora. Ela explica que o water relax, espécie de aula de alongamento dentro d’água, também é muito bem-vinda para as gestantes, já que melhora a circulação e diminui inchaços.

    Uma pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) com 50 grávidas mostrou que a hidroginástica pode ajudar a diminuir as dores no parto, já que apenas 27% das pesquisadas que praticavam exercícios na água solicitou algum tipo de analgésico para dor durante as contrações.
  • 2 - Caminhada


    A caminhada está entre as atividades mais democráticas, já que não é necessário estar matriculada em uma academia para praticá-la. 

    “Após a liberação do obstetra, em geral, a gestante pode praticar exercícios físicos durante uma hora por dia, até 5 vezes por semana. O mais importante é respeitar a frequência cardíaca, que não deve ultrapassar 140bpm. Isso significa que é possível conversar com tranquilidade durante a caminhada.”, diz a professora de educação física Mariana Furtado.
  • 3 - Musculação


    A musculação não é contraindicada para gestantes. Bem orientada, fortalece os músculos, melhora a postura e diminui as dores nas costas, provenientes do peso da barriga. “Na musculação é possível trabalhar cada grupamento muscular de forma segura. Gestantes que nunca praticaram exercícios devem começar aos poucos, com 15, 20 minutos, avançando aos poucos. O ideal, sempre, é conciliar o trabalho muscular com atividades aeróbicas, como caminhada, hidroginástica e bicicleta ergométrica”, diz Luciana Flor.
  • 4 - Pilates


    O exercício utiliza o próprio peso corporal para trabalhar diferentes grupamentos musculares.Apesar de parecer ser um exercício leve, o pilates não é indicado para todas as gestantes. “O pilates melhora a postura, evita dores lombares e fortalece os músculos das costas, preparando para o peso da barriga, mas só recomendamos para quem já praticava antes da gravidez. No pilates a gestante trabalhará o tempo todo com o abdômen contraído, o que pode gerar estresse desnecessário para quem nunca praticou”. Ou seja, quem deseja aproveitar os benefícios do pilates deve começar bem antes da gravidez.
  • 5 - Yoga

    A yoga trabalha corpo e mente, ajudando no relaxamento da gestante. “Assim como o pilates, a yoga trabalha o abdômen e só é recomendo para aquelas que praticavam antes da gravidez.Com o passar das semanas e o crescimento da barriga, ficará mais difícil fazer determinadas posturas, mas as academias já contam com programas específicos para gestantes”, explica a professora de educação física Luciana Flor.

GNT.Globo



terça-feira, março 19, 2013


Tudo para acabar com as estrias


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Como evitar, combater e sumir até com as estrias mais antigas


Primeiro aparece um risquinho avermelhado, que você nem dá bola, pensando que é um simples arranhão. Com o tempo, ele vai ficando mais largo, mais profundo… até que clareia e fica similar a uma cicatriz. Está constatado: é a temível estria.
Este “arranhão” que acontece no nosso corpo é o rompimento das fibras elásticas que sustentam a pele da barriga, dos seios, das coxas… A verdade é que, com justificativas biológicas ou não, não tem nada que a gente deteste mais no nosso corpo do que essas malditas listrinhas.

Hidratação
Para evitar, não tem outra: abusar do creme hidratante. É a melhor forma de prevenção. E na gravidez, o cuidado deve ser ainda maior. “É importante ter uma dieta equilibrada, para não engordar muito. Também não coçar ou machucar a pele e usar o hidratante duas vezes ao dia”, recomenda a Dra Denise Steiner, diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).
A dermatologista da SBD Tatiana Jerez também dá dicas para potencializar o efeito dos hidratantes: “o melhor horário para hidratar o corpo é imediatamente após o banho, não importando se ele acontece pela manhã ou à noite. Nos cinco minutos que se seguem ao banho, nossa pele absorve melhor os hidratantes”.

E a ideia é usar a torto e a direito mesmo, independente do tipo de pele. Nada de evitar o hidratante por que tem pele oleosa, por exemplo. “Para pacientes que tem pele oleosa, existem hidratantes livres de óleo, mas no geral, as estrias não estão localizadas em locais onde o paciente tem grande oleosidade”, explica a Dra. Tatiana.

Como combater
Você hidratou, massageou, cuidou e, mesmo assim, viu esses rabiscos rompendo na pele. Tudo bem, acontece. Agora é a hora de ir atrás de um consultório médico e ver como você pode resolver. “Os produtos mais indicados são aqueles com ácido retinóico e com outros ativos que estimulem a produção de colágeno”, indica a Dra. Denise. O que varia é a potência do produto, representada pela concentração do ácido – mas eles são considerados medicamentos e devem ser comprados com receita.

Tratamento de choque: apele para o laser
O hidratante não evitou e o ácido retinóico não resolveu. O próximo passo é mais agressivo e por isso, garantia de mais efeito. “Os tratamentos mais eficazes são os com laser fracionado não ablativo, ablativo e radiofrequência fracionada. Todos, através de calor e energia, estimulam o colágeno e melhoram a qualidade da pele”, explica a diretora da SBD. Os aparelhos de laser emitem luz, promovem calor e estimulam o colágeno. Assim, eles atingem não só as estrias mais recentes (as vermelhinhas), mas também aquelas mais antigas, que são esbranquiçadas.
Todos os tipos de pele podem fazer estes tratamentos a laser, sem restrições. “Mas nas peles mais morenas, eles devem ser usados com cautela”, avisa a Dra. Tatiana Jerez. “No geral, nestes pacientes, as sessões de laser devem ser mais brandas e por isso o tratamento pode requerer mais sessões”. No nosso corpo, a parte que responde melhor ao tratamento são as mamas.

“Quando bem aplicados, os tratamentos trazem bons resultados. Porém, eles podem gerar queimaduras, escoriações e deixar manchas quando realizados de forma equivocada”, alerta a Dra. Tatiana. Portanto, nada de sair fazendo tratamentos em casa ou marcando infinitas sessões de laser sem a avaliação de um médico especializado. “Somente um dermatologista poderá avaliar da maneira correta cada caso, cada tipo de pele e então definir qual o melhor tratamento, e em que dose usar os ácidos ou que potência usar os lasers”.

Ah, é bom lembrar: não desanime se as estrias demorarem a deixar você em paz. O máximo que acontece nas semanas seguintes ao tratamento a laser é uma leve clareada na tonalidade das lesões. Os resultados efetivos do tratamento só começa a aparecer mesmo após três meses da primeira sessão, que é quando ocorre a produção de colágeno, estimulada pelo laser.

Os produtos certos
Não sabe quais produtos usar para prevenir, tratar e acabar com as estrias? Veja a galeria.






segunda-feira, março 11, 2013


Cinco aliados do combate à celulite


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O calor chegou e você não precisa mais temer o biquíni por causa da celulite. Chegou a hora de conhecer a pílula, tecnologia, massagem, creme e ginástica que ajudam a combater os indesejáveis furinhos


Os furinhos abomináveis localizados nas coxas e no bumbum estão com os dias contados. A batalha agora é pessoal. E quem determina a estratégia é você. As depressões que fazem a gente temer o teste do biquíni têm duas origens: genética e estilo de vida. Contra-ataque então com os tratamentos certos!

1. Tomar uma pílula mágica

· Arma personalizada: o comprimido da celulite, que causou alvoroço no 7º Congresso Internacional de Farmácia e Cosméticos, é um sonho. Cada um custa R$ 3*. Precisa de prescrição médica.
· Mecanismo de ataque: à base de citrulil-arginina, ativa o metabolismo das células de gordura, fazendo com que sejam usadas como fonte de energia. "Você pode chupar uma ou duas ou jogar cinco delas na banheira e tomar banho como de costume", diz o farmacêutico Maurício Pupo, de Campinas (SP).
· Veredito: a pílula é 10 em praticidade. Mas deixe para tomar uma pela manhã e outra à noite, assim combate a celulite 24 horas por dia. Ou ingira antes de malhar ou jogue dentro da garrafa de água para tomar durante a ginástica.

2. Investir em tecnologia

· Arma personalizada: o novíssimo Triactive Plus, que custa entre R$ 400* e R$ 500* a sessão - bom mesmo é fazer de oito a dez, duas por semana.
· Mecanismo de ataque: o aparelho associa cinco tecnologias. O start é feito com o ultrassom, que quebra as células de gordura. Depois, a radiofrequência aquece, estimula o colágeno e compacta as células adiposas. Aí vem o laser de diodo para ativar a circulação. Por fim, é feita uma massagem para drenar a gordura que caiu no sangue.
· Veredito: agende a sessão para um horário em que você possa correr para a academia. "Para a gordura jogada na corrente sanguínea não voltar a ser estocada, é preciso queimá-la em até duas horas", diz Fernanda Sanchez, dermatologista do Rio de Janeiro.

3. Otimizar a movimentação

· Arma personalizada: massagem ortomolecular, que ameniza ondulações e reduz até 4 centímetros já na primeira sessão (R$ 200*)! São indicadas dez (até duas por semana).
· Mecanismo de ataque: a massagem, que dura cerca de 90 minutos, lembra uma drenagem linfática, a diferença é que é feita com produtos naturais vindos da França e com cafeína, óleos minerais, vitaminas e sal marinho. "Os ativos reequilibram o organismo, pois ativam a circulação da linfa e combatem a inflamação causada pela celulite", diz a dermatologista carioca Sara Bragança.
· Veredito: ótima forma de relaxar depois de um dia de trabalho. Para garantir a penetração e a ação do cosmético, espere duas horas para tomar banho e 48 horas para fazer outro tratamento.

4. Alisar sem sair de casa

· Arma personalizada: o recém-lançado Fluido Potencializador Crioterápico, da Flér, R$ 75*, tem textura mousse, absorvida rapidamente.
· Mecanismo de ataque: sua ação é inspirada em uma técnica superusada em tratamentos. Chamada crioterapia, provoca um resfriamento brusco, forçando o organismo a acelerar o metabolismo para aquecer a região. "Ocorre uma vasodilatação, melhora da circulação e aumento do gasto calórico", diz Aline Santos, coordenadora técnica da marca. A estrela da fórmula é o lactato de mentila.
· Veredito: é válido se você aplicar o produto duas vezes por dia, sem massagem, para não aquecer a região. O resultado aparece após quatro semanas.

5. Turbinar a ginástica

· Arma personalizada: a coleção de verão RedTech, da Track & Field. A bermuda custa R$ 139* e a legging, a partir de R$ 189*.
· Mecanismo de ataque: o tecido usado para confeccionar as roupas carrega a tecnologia Emana, que, usando o calor do próprio corpo (oba, você não precisa fazer nadinha!), ativa a circulação sanguínea, ameniza os furinhos causados pela celulite e aumenta a elasticidade da pele em 8%. Mas, para isso, é preciso usar a peça durante seis horas seguidas e por 30 dias consecutivos, pelo menos.
· Veredito: ótima opção para quem malha, já que o tecido ainda reduz até 35% do ácido lático no músculo, que é gerado pela atividade física e provoca fadiga e cãibra. Trate de abrir espaço no guarda-roupa.

Conteúdo NOVA




segunda-feira, março 04, 2013


Escolha a depilação ideal para você


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Não sabe qual é a depilação mais adequada para o seu corpo? Fique tranquila. Confira este mini guia e acabe com seus pelos e suas dúvidas


1. Lâmina
Há grandes chances de ela ter sido seu primeiro contato com a depilação. Esse método prático e barato tem muitas fãs, mas a opinião delas é quase unânime quanto aos dias pós-remoção dos pelos: são cheios de coceira.

Por que dá coceira?
Acontece por três motivos: irritação causada pelos microcortes na pele, uso de sabonete comum ou acúmulo de micro-organismos no aparelho. “As bactérias podem entrar pelas lesões superfi ciais que a lâmina causa, provocando problemas como a foliculite [inflamação no folículo do pelo].”, explica a dermatologista Graça Silveira, mestre pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Diminua o coça-coça · Depile sempre no sentido do crescimento do pelo para não lesionar a pele · Utilize espumas específicas para depilação · Evite usar a mesma lâmina por mais de cinco depilações consecutivas · Para garantir que fungos e bactérias fiquem longe do seu aparelho, guarde-o em um recipiente com álcool

2. Creme depilatório
Parece até mágica: você passa o creme, espera uns minutos e o pelo desaparece. “Trata-se de um produto químico que dissolve a haste do fio quase instantaneamente, dando a ele uma forma gelatinosa de fácil remoção”, conta a ginecologista Bárbara Murayama, de São Paulo.

Por que cresce rápido?
O tempo de duração da depilação feito com creme depilatório é quase o mesmo da lâmina, pois ele não arranca o pelo pela raiz. Para aumentar os dias de pele lisinha, aposte nos cremes que prometem diminuir o número, tamanho e força dos pelos. Eles devem ser usados diariamente, com início no pós-depilatório.

Para não dar alergia
Faça a prova de toque antes do primeiro uso. Passe o produto em uma pequena área da virilha e veja como a pele reage após 24 horas. Algumas mulheres se queixam de problemas como ardor, vermelhidão e alergia após o uso.


3. Cera quente e fria
É a solução mais procurada pelas leitoras, por ser um dos métodos com o melhor custo/benefício. É possível passar até duas semanas sem se preocupar com os pelos. Mas, para muitas, é como uma tortura chinesa...

Por que dói tanto?
O pelo é tirado pela raiz e vários são arrancados de uma vez. Algumas afirmam que a dor se intensifica no período pré-menstrual, mas isso varia muito. Para saber quando seu corpo estará mais propenso a passar pela experiência, encare um processo de tentativa e erro: depile-se antes e depois da menstruação, em dias quentes e frios, com os pelos mais ou menos crescidos... e anote a intensidade da dor.

E o constrangimento?
Fazer a depilação em casa e ficar em posições estranhas para arrancar os pelinhos mais difíceis não é tarefa das mais confortáveis. Para diminuir a saia justa, procure um salão que disponibilize calcinhas descartáveis.


4. Máquina depilatória
Um bom investimento para quem faz o serviço em casa mas não gosta da sujeira provocada pela cera nem de ir para o chuveiro para se depilar. As máquinas de hoje trazem adaptações que tornaram o processo mais prático e menos doloroso, como massageador, luz e cooler.

É um pouco demorado
Além de doloroso, muitas consideram esse método lento, já que é possível remover apenas os pelos de uma área pequena por vez. Dependendo da velocidade com que se desliza o aparelho ou do ângulo a ser depilado, é preciso passá-lo mais de uma vez sobre o mesmo lugar. Para tornar o trabalho mais rápido, prefira aparelhos com cabeçotes largos e com a opção sem fio.


5. Fotodepilação
A dermatologista Valéria Marcondes explica que o termo fotodepilação engloba os sistemas de laser ou luz pulsada intensa (IPL). “Em ambos os processos, a energia emitida destrói ou retarda a produção do folículo piloso. Estes continuam a produzir fios, embora mais fracos e finos. Por isso, a depilação não pode ser considerada definitiva, mas é um método que vale (muito) a pena.

Pena que é caro
O preço vai depender da clínica escolhida, do método (laser ou luz pulsada) e do número de sessões necessárias para o seu tipo de pelo. Hoje em dia, a fotodepilação pode ser feita, inclusive, em peles morenas e bronzeadas (que corriam o risco de ficar manchadas) e pessoas de fios claros.



Conteúdo Women's Health


quarta-feira, novembro 14, 2012


O vestido certo para cada tipo de corpo


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Nem todas as mulheres tem o mesmo corpo, cada uma possui um tipo físico diferente e é essa uma das grandes dificuldades que encontramos na hora de escolher o vestido certo, que valorize nossas silhuetas.


O ideal na hora de escolher uma peça de roupa é a aquela que favoreça nossos pontos fortes, a lógica é bem simples: disfarçar as imperfeições e valorizam nossas silhuetas, mas é sempre tudo meio complicado nem sempre da certo. Mas tudo tem solução, algumas dicas são sempre bem vindas.

Essas dicas são para a hora de escolher o vestido certo, mas valem para qualquer peça de roupa. Garanto que com essas dicas vai ficar mais fácil de escolher o vestido que valorize as silhuetas e disfarce as imperfeições.


Corpo ampulheta

O corpo ampulheta tem os ombros e os quadris a mesma largura enquanto que a cintura é fina, a tendência dessas mulheres é ter coxa volumosa e as costas largas, o objetivo é valorizar a cintura, minimizar a coxa e disfarçar o busto para não parecer muito volumoso. Os modelos de vestidos ideais são os transpassados levemente acinturado com linhas verticais, evasê ou levemente justo.

Corpo pêra ou triângulo

Essas são as mulheres que tem o quadril largo devem minimizar essa região e valorizar a parte de cima do corpo, assim o visual fica todo equilibrado. O ideal é usar um vestido com detalhes nos ombros com a parte de baixo escura e a de cima colorida, modelos evasês, golas volumosas, detalhes e linhas horizontais que saiam do ombro.

Corpo retângulo

O corpo retângulo não tem a cintura definida, os ombros e quadris são da mesma largura, os braços e pernas são finos em relação ao corpo e as curvas quase não aparecem. Vestidos ideais são com decote em V ou em U e os vestidos com cintura marcada com cintos ou faixas.

Corpo triângulo invertido

A mulher com esse formato de corpo tem ombros largos, quadril estreito, muito busto e pernas finas. Os vestidos ideais são os acinturados por pencers com saia rodada, evasê ou reta.

Corpo Oval

Esse tipo de mulher tem formas arredondadas com volume no quadril, cintura e busto e, geralmente, com barriga proeminente. O vestido deve ser do tamanho certo, nem muito largo, nem muito justo com decotes V ou U com saia levemente evasê ou reta.

Mulheres baixinhas

Para as mulheres baixinhas a dica é usar um vestido que alonguem o corpo como peças monocromáticas, saias curtas caem super bem, as mulheres baixinhas podem usar vestidos ou saias longas, mas com salto alto.

Muito ou com pouco busto

A mulher que tem muito busto deve tentar não chamar atenção para essa parte do corpo. Já a mulher de pouco busto deve procurar peças que dão a impressão de volume nessa região.

Espero que gostem das dicas e que elas possam ajudar vocês!



Dicas Chocolla




terça-feira, janeiro 03, 2012


Tipos de Corpo


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Qual é o seu tipo de corpo? Aprenda a tirar as medidas para, depois, ver as nossas dicas de looks ideais

Meça a largura dos seus ombros, da cintura e da parte mais larga dos quadris. Mas atenção, não dê a volta completa, tire a medida de uma lateral à outra. Passe-as para um papel e compare-as. Por exemplo, se ombros, quadris e cintura tiverem o mesmo tamanho você é retângulo. Mas, se a cintura é fina, ampulheta. Quadris mais largos que ombros e cintura significa pera. Mas se, em vez disso, os ombros forem maiores, você é triângulo invertido. O corpo oval tem a cintura um pouco maior do que as outras medidas.

Ampulheta


As suas formas são conhecidas como ideais. Ombros e quadris estão na mesma linha. Os seios são médios, e as curvas, suaves e proporcionais. O ponto forte do corpo é a cintura fina.

O importante para você é valorizar as suas formas, que são bonitas e harmônicas por natureza, mas com muito cuidado para não modificá-las. Por isso, é importante sempre manter a cintura marcada. Caso contrário, seu corpo perderá as curvas e a sua imagem vai parecer retangular.

Por isso, escolha blusas e vestidos com pences para realçar as curvas. Use casacos com cintos. Valorize os braços bonitos com regatas, blusas sem mangas e decotes tomara que caia. Alongar as pernas é sempre uma boa opção para deixar a silhueta elegante. Aposte nas calças feitas com tecido de padronagem risca-de-giz e nas saias com bainha logo acima dos joelhos.

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Trabalho
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Retângulo


Ombros, quadris e cintura estão na mesma linha na sua silhueta. As formas costumam ser magras e com poucas curvas. Suas pernas geralmente são finas e, quando você ganha peso, o excesso se distribui de maneira equilibrada.

Seu ponto de ação deve ser focado na falta de curvas. Você pode tanto apostar em artifícios para criar a ilusão de formas, como usar as roupas para esconder ou, pelo menos, desviar os olhares de pontos como a cintura. Além disso, por causa das formas retas, é importante deixar sua aparência mais feminina.

Você pode abusar dos recortes, dos cintos e das faixas para criar uma falsa cintura. Blusas soltas são ótimas escolhas para esconder a falta de curvas. Outra boa alternativa é valorizar a região do colo com decotes, colares ou detalhes de modelagem, como babados e pregas. Assim, os olhares serão desviados de suas formas retas. Aumente os quadris usando saias evasês e calças com bolsos volumosos. Isso é ótimo, pois cria um contraste com a cintura, fazendo-a parecer mais fina.

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Pera

Já ouviu falar da forma clássica da brasileira ou do corpo violão? Pois esse é o tipo pera. Os ombros são menores do que os quadris. Cintura e braços são finos e bem desenhados, e os seios, de pequenos a médios.

O mais importante para a silhueta tipo pera é equilibrar o tamanho dos ombros com o dos quadris e atrair os olhares para a parte de cima do corpo. É fundamental marcar a cintura, ainda que de forma leve. Isso deixará sua silhueta mais magra. Outra preocupação deve ser alongar o corpo, especialmente se você estiver acima do peso ideal.

Blusas chamativas, lenços, colares e broches são escolhas certeiras para atrair os olhares para os ombros. Faixas, pences e cintos marcam a cintura. Para diminuir os quadris, aposte em calças, saias e bermudas secas e retas. Cores escuras nessa região também são favoráveis. Aproveite os braços finos e deixe-os à mostra com blusas de mangas curtas ou alças finas.

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Triângulo invertido

O volume maior da sua silhueta está concentrado na parte de cima do corpo. Os ombros são sempre maiores do que os quadris. A cintura tende a ser reta, a barriga, saliente, as costas largas, e as pernas, longas e finas, porém bem desenhadas.

Para equilibrar a sua silhueta, você precisa suavizar o peso do tronco, fazendo os ombros parecerem menores, e os quadris, mais volumosos. Outra saída possível é desviar os olhares do alto do corpo, valorizando o seu ponto forte: as pernas.

Para alcançar esse objetivo, procure usar blusas de tecidos molengas, cores neutras e decotes estreitos e profundos para dar leveza ao tronco. Para destacar os quadris, prefira peças estampadas, bolsos ou detalhes chamativos nessa região. E lembre-se de que, com saias, vestidos e bermudas, suas pernas bonitas ganham destaque.

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Oval

Geralmente, a mulher de silhueta oval está acima do peso ideal para a sua altura. Todas as linhas são curvas e o pescoço é largo. A cintura, em alguns casos, pode ser maior ou estar na mesma linha dos ombros e quadris.

Você precisa afinar a silhueta, esconder a barriga e chamar a atenção para as áreas mais finas do corpo, como pulsos, colo e tornozelos, além de criar uma falsa cintura. Outra proposta interessante é chamar a atenção para o rosto e também valorizar as suas pernas.

Túnicas, camisas, blazers usados abertos e blusas com decotes ou detalhes verticais são ótimas opções para disfarçar a barriga. Procure sempre deixar a pele à mostra, seja a do colo, seja a dos braços. Decotes em V e mangas curtas destacam essas regiões. Nunca use roupas muito fechadas, como mangas compridas e gola alta. É importante afinar principalmente as coxas e os quadris. Mulheres de pernas bonitas e torneadas devem valorizá-las com saias e vestidos na altura dos joelhos.

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