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quinta-feira, fevereiro 16, 2012


Sete dicas para um orquidófilo de primeira viagem


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Quer cultivar orquídeas, mas não sabe por onde começar? A especialista Lúcia Morimoto dá dicas de como escolher o primeiro exemplar e ensina os cuidados básicos para que a sua tentativa não seja frustrada

Edu Castello
Orquídeas não podem ficar secas, nem molhadas demais

Dentre todos os tipos de flores, a orquídea se destaca como uma das espécies mais bonitas e democráticas. No entanto, é comum comprar um vasinho novo, que enfeita a casa por um certo período, e mais tarde presenciar as flores murcharem e a plantinha morrer. Se você está com vontade de se aventurar no cultivo desta espécie pela primeira vez, mas fica inseguro com a escolha do exemplar, com os cuidados básicos e com os possíveis erros fatais, pode se tranquilizar. A orquidófila Lúcia Morimoto dá todas as dicas para quem não tem nenhuma experiência com a planta, mas quer criar uma em casa, sem surpresas desagradáveis.

1. Ao adquirir a primeira orquídea, procure saber seu nome. É daí que se consegue buscar informações específicas sobre o cultivo.

2. Escolha uma espécie que seja fácil de cultivar e que não seja tão exigente nos cuidados. Pergunte ao vendedor. Ele informará quais requerem manutenção mais simples.

3. Quando estiver com a planta em casa, não encharque o vaso, nem deixe o prato sob ele. Assim, a água não fica retida e a planta não fica seca demais. A orquídea gosta de umidade alta, mas sem encharcamento.

4. Nutra a planta com adubo sólido ou líquido, conforme a recomendação do fornecedor, num intervalo quinzenal para os químicos e trimestral para os sólidos, mas tenha cuidado para não exagerar. Lembre-se: o metabolismo das orquídeas é bem lento.

5. Não deixe a orquídea em um ambiente muito escuro, pois ela necessita de muita luz. No entanto, o sol pleno pode queimar as folhas. Procure uma tela, um pergolado ou copa de árvore para proteger a planta da incidência direta do sol, mas mantendo uma boa iluminação.

6. Lembre-se de trocar o substrato (a camada em que se desenvolvem as raízes) de vez em quando. Após dois anos, o material entra em decomposição e pode comprometer a saúde da planta.

7. Seja um bom observador e não tenha medo, pois as orquídeas são plantas robustas e geralmente morrem pelo excesso de zelo.

Lilian Knobel
Deixe a planta em um local que receba iluminação natural, mas não a exponha diretamente ao sol



domingo, janeiro 08, 2012


Dicas para cuidar bem das Orquídeas


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Conta-se que há cerca de 3.000 anos, a Rainha de Sabá estava indecisa sobre como presentear o Rei Salomão. Afinal, o que poderia encantar um rei tão poderoso? Uma escrava lhe trouxe a decisão: "ao maior dos reis, leve um feixe de orquídeas". Passado tanto tempo, o fascínio ainda persiste e as orquídeas continuam a aumentar sua legião de fãs e apaixonados. E hoje, é possível adquirir lindos exemplares desta planta por preços bem acessíveis, até em supermercados! Bem tratadas, as orquídeas produzem belas floradas anualmente. Veja aqui os detalhes básicos para cultivá-las corretamente:

http://images.paraorkut.com/img/papeldeparede/1024x768/o/orquidea-1952.jpg

Luz
A exposição direta à luz solar causa queimaduras nas folhas da maioria das orquídeas. A condição de iluminação mais recomendada é a de 50 a 70% de sombra, que é obtida ao cultivar as orquídeas sob árvores, telados ou ripados. Varandas ou áreas de serviço de apartamentos também são bons locais, mas é preciso cuidado, nesses casos, para que as orquídeas recebam o sol da manhã. Alguns especialistas afirmam que em apartamentos, os melhores lugares para as orquídeas são atrás da janela do banheiro ou um terraço envidraçado, onde há luz filtrada. Para saber se as condições de iluminação estão adequadas, é só observar a planta: folhas amareladas indicam excesso de luz; já as folhas estreitas, longas e de cor verde bem escura indicam iluminação deficiente. Plantas como Vanda, Dendrobium, Cymbidium e várias espécies de Oncidium suportam luminosidade mais intensa, enquanto que Phalaenopsis, Miltonia, Laelia e Pumilan preferem baixa luminosidade.

Temperatura
A maioria das orquídeas toleram variações de temperatura entre 10 a 400 C, mas a temperatura ideal fica em torno de 25 graus. Orquídeas como Phalaenopsis e Vanda preferem temperaturas mais altas, enquanto que as Miltonias, Cymbidiums, e Paphilopedilum se dão melhor com temperaturas mais amenas.

Vasos e substratos
Recomenda-se evitar o uso de vasos muito grandes. Pode-se usar tanto os vasos de barro como os de plástico, mas as fibras de xaxim (não confundir com pó de xaxim) são ainda o substrato que dão melhores resultados. Atualmente também há a opção da fibra de coco, igualmente eficiente e mais ecológica. Certas espécies de orquídeas, como Cattleya walkeriana, C. Nobillor, C. Schilleriana, C. Acladiae e a maioria das espécies de Oncidium desenvolvem-se melhor sobre placas xaxim ou pedaços de casca de madeira do que em xaxim desfibrado.

Adubação
A fórmula NPK (nitrogênio, fósforo e potássio) deve ser aplicada a cada duas semanas, na proporção de 1 colher (café) por litro de água, durante a primavera e o verão. A adubação pode ser suspensa nos meses do outono e inverno. Uma boa opção de adubação orgânica é a torta de mamona (1 colher de sobremesa por vaso), que pode ser fornecida uma vez ao ano, depois que o sistema radicular estiver bem desenvolvido.

Ventilação e umidade
Por serem plantas epífitas - possuem raízes aéreas -, as orquídeas suportam bem uma brisa suave e contínua, mas deve-se evitar ventos fortes e canalizados. Se as plantas estivem num orquidário, recomenda-se protegê-lo do vento sul, usando um plástico transparente. Ainda por sua característica epífita, as orquídeas preferem mais a falta do que o excesso de água junto às raízes. As regas devem ser feitas apenas quando o substrato estiver seco. Ao regar, uma boa medida é deixar a água escorrer pelo fundo do vaso. Outro detalhe: as orquídeas são plantas adaptadas à condições de umidade do ar relativamente elevadas. Em regiões mais secas, recomenda-se borrifá-las com água periodicamente. Mais uma vez, o que deve prevalecer é sempre o bom senso: para ter sucesso no cultivo de orquídeas, os excessos devem ser evitados. Apesar de gostar de umidade, ventilação e claridade, as orquídeas não suportam ficar expostas diretamente ao vento, sol e chuva. Em jardim elas vão crescer sadias sob as árvores ou até fixadas nos troncos.

Fonte de pesquisa: SOS Orquídeas


sábado, janeiro 07, 2012


Dicas de cultivo de orquídeas


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Você ama a natureza? Tem interesse especial pelas orquídeas? Tem paciência para esperar um ano que uma planta floresça? Leia nossa matéria especial e junte-se a nós. Seja um orquidófilo.

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Cultivar orquídeas é mais fácil do que se pensa

1. Na grande maioria, as orquídeas brasileiras são epífitas, isto é, crescem presas às árvores, sem, contudo, roubar delas quaisquer nutrientes. As raízes são usadas apenas para fixar a planta no caule das árvores.

2. Ao escolher o que vai cultivar, dê preferência a espécies adaptadas a sua região. Como as orquídeas florescem apenas uma ou duas vezes por ano, é interessante possuir várias espécies diferentes (cujo ciclo de floração costuma ser também diferente). Isso aumenta as chances de ter sempre alguma planta florida.

3. Não colete ou adquira plantas oriundas das matas, pois as orquídeas já foram bastante dilapidadas pelos mateiros e colecionadores gananciosos. Procure adquiri-las de empresas produtoras de mudas ou de orquidófilos que tenham plantas disponíveis.

4. Irrigação: Mantenha o vaso úmido, jamais encharcado. É mais fácil matar uma orquídea por excesso do que por falta d’água. Não colocar pratinho com água debaixo do vaso, pois as raízes poderão apodrecer. Molhe abundantemente duas ou três vezes por semana, deixando a água escorrer totalmente. Nos outros dias, basta vaporizar as folhas de manhã cedo ou no final da tarde, quando a planta não estiver sob o sol.

5. Luminosidade: Instale suas plantas em locais onde elas possam ser banhadas pelo sol no horário da manhã (até as 9 horas) ou no final da tarde (depois das 16 horas). Se a planta não tomar sol, ela não vai florescer. As orquídeas podem ser fixadas também no tronco de árvores, desde que estas não tenham uma sombra muito densa, como as mangueiras. O problema é que, quando florescerem, elas não poderão ser levadas para dentro de casa. Aliás, é recomendável manter os vasos, o máximo possível, na mesma posição e local.

6. Ventilação: As orquídeas necessitam de locais arejados. Evitar, porém, a ventilação muito forte.

7. Adubação: Utilize um desses adubos foliares (líquidos) que se encontram na seção de jardinagem de todos os supermercados. Adicionar algumas gotas à água com que será feita a vaporização, no caso de usar pequenos pulverizadores. Procure molhar sobretudo a parte inferior das folhas de sua orquídea, pois é aí que se encontram os estômatos, que absorvem água e nutrientes.

8. Pragas e doenças: Se as plantas forem cultivadas de uma forma adequada, elas estarão mais resistentes a pragas e doenças. Se não houver excesso de umidade, por exemplo, dificilmente os fungos irão atacar. De qualquer modo, previna-se. Um dos grandes inimigos de nossas orquídeas são as cochonilhas. Esses pequenos organismos sugam a seiva da planta e podem matá-la se não forem combatidos. Quem possui poucas plantas pode catá-los, um a um, antes que se propaguem. No caso de uma coleção maior, haverá necessidade de apelar para os defensivos. Dê preferência às fórmulas naturais, pois os produtos químicos industrializados costumam ser tão prejudiciais às plantas quanto a quem as cultiva. É recomendável consultar uma pessoa que tenha experiência com produtos naturais.

9. Anote o nome da espécie de sua orquídea numa plaqueta. Também é interessante atribuir-lhe um código (numérico ou alfanumérico, como queira), para facilitar a identificação no caso de uma coleção de médio ou grande porte. Um desafio que os orquidófilos enfrentam é memorizar o nome de suas plantas, quase todos em Latim ou latinizados – raramente as orquídeas têm nomes populares. Mas isto termina se tornando um excelente exercício de memória. Desenvolva igualmente o hábito de anotar a data da floração de cada planta. Se ela não voltar a florescer na mesma época, no ano seguinte, isto pode ser um sinal de alerta: talvez ela esteja com algum problema. Examine, então, as condições de irrigação, luminosidade, ventilação…

10. Freqüente uma associação de orquidófilos. É o local mais apropriado para trocar idéias, tirar dúvidas sobre o cultivo de orquídeas e, de quebra, fazer novas amizades. Procure tirar proveito do convívio com os orquidófilos mais experientes. Na grande maioria, eles adoram repartir seus conhecimentos (conhecimentos que, aliás, serão sempre incompletos, pois, em se tratando de orquídeas, eternamente, todos têm algo para aprender).




quinta-feira, outubro 20, 2011


Dê uma orquídea de presente e ensine a cuidar da flor


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Existem inúmeras razões para escolher orquídeas como presentes: elas são bonitas, coloridas, perfumadas e duram quase para sempre (se você tiver alguns cuidados básicos com elas). Conheça algumas dicas de cultivo e se familiarize com algumas espécies de orquídea na nossa galeria de fotos. Se você se apaixonar pelo assunto, poderá ler a nossa outra reportagens em que ensinamos a multiplicar os bulbos das orquídeas.

As orquídeas não precisam de muito espaço – o que é uma ótima notícia para quem tem apenas uma pequena varanda. O que a maioria das espécies exige é uma atenção à luminosidade, a umidade do ar e a rega. Como as orquídeas nascem geralmente em troncos de árvores e em cima de pedras, elas não devem ser expostas diretamente a luz do sol. Coloque-as em lugares sombreados. Elas não pedem muita rega, mas precisam estar em espaços úmidos já que sintetizam a umidade do ar. No Brasil, os gêneros de orquídeas mais comuns são as Cattleyas, Oncidiuns e Phaleanopsis. Muitas das orquídeas desses gêneros podem gerar plantas híbridas (mistura de espécies feita em laboratório). De acordo com Júlia Meyer Pflug, orquidófila e responsável pelo Portal da Orquidofilia – espaço no Orquidário Morumby que tem como objetivo o ensinar o cultivo de orquídeas--, as orquídeas híbridas são mais resistentes e fáceis de serem cultivadas. “Em apartamentos, o dono da orquídea deve manter o ambiente com algumas plantas para assegurar a umidade. A lavandeira, por exemplo, é um espaço muito bom para quase todas as espécies”, explica. Júlia, que cultiva orquídeas há nove anos, diz também que decantar a água antes da rega é importante já que esse procedimento permite que o cloro evapore e não prejudique o florescimento da planta. Com esses cuidados, as orquídeas devem florescer uma vez por ano. E você ainda pode multiplicar as suas plantas preferidas fazendo divisão dos bulbos.

Do Himalaia

A Vanda Coerulea é uma espécie natural vinda do Himalaia. Ela tem as raízes suspensas e podem florescer até três vezes ao ano.

Cattleya baiana

A Cattleya é um dos gêneros mais comuns de orquídeas no continente americano. A Cattleya schilleriana, original da Bahia, tem este nome porque foi dada ao cônsul Schiller, que era um grande colecionador de orquídeas, em Hamburgo na Alemanha. Orquídeas desta espécie não precisam de muita rega e devem ser colocadas em ambientes com sombra. A Cattleya Schilleriana está hoje extinta.

As orquídeas híbridas (criadas a partir da união de uma ou mais espécies) são de fácil cultivo. O híbrido Blc. Memória Helen Brown pede luminosidade e água fresca para florescer uma vez ao ano durante 30 dias.

Orquídea de R$ 10 mil

Ela vale R$ 10 mil, mas não cheira nada bem. A planta raríssima, Bulbophyllum Fletcherianum, é originária da Nova Guiné, na Oceania, e possui um odor muito forte que se assemelha ao odor de carne podre. Esta espécie de orquídea cresce em rochas ou em galhos e gosta de ambientes úmidos.

União de três espécies

A espécie híbrida Vulylstekeara surge da união de três espécies: a Cochlioda, a Miltonia e a Odontoglossum. Pintas de vermelho e marrom colorem suas pétalas.

Flor de duas cores

A Cattleya Tenuis é uma espécie de orquídea com duas cores: as pétalas e sépalas são ocre ou verde e o labelo (pétala dorsal) é púrpura. Como a espécie vem do centro da Bahia, ela precisa de pouca rega.

Cheiro de baunilha

A espécie Oncidium Susan Kaufman inova no odor: ela tem uma pequena fragância de baunilha. A espécie proporciona um belo efeito ornamental devido às hastes, de até 50 cm de altura.

Orquídea amazônica

A Cattleya violácea é uma espécie de orquídea que aparece na região Amazônica do Brasil e também na Colômbia, Bolívia, Peru, Equador e na Venezuela. A flor tem uma cor púrpura intensa.

Flor de primavera

Simples de cuidar, a espécie brasileira Rodriguezia Venusta floresce na primavera. Suas flores, de 2,50 cm de diâmetro, têm muito perfume.

Gênero Híbrido

A orquídea do gênero Phalaenopsis possui mais de 50 espécies, entre flores puras e híbridas. Ela fica mais bonita se for mantida em locais com sombras. Além de ser um dos gêneros mais comuns no Brasil, ela também é fácil de cultivo.

Orquídea baiana

Natural dos mangues da Bahia, a Encyclia randii exibe flores rosas ou brancas entre 5 e 6 cm. Floresce na primavera.

Orquídea pintada

A mistura de Cattleya e Laelia resulta na Tropical Pointer, com várias pintas. Fácil de tratar, sua floração ocorre uma vez ao ano por 30 dias.

Com água gelada

De lugares altos e frios, a orquídea Cymbidium deve ser regada com água gelada quando longe de seu habitat para induzir floração.

Espécie da Ásia

Esta espécie híbrida do gênero Phalaenopsis é típica da Ásia e pode florescer duas vezes ao ano até por 90 dias.

Orquídea popular

Oncidium é um dos gêneros mais comuns de orquídeas no Brasil. De simples cultivo, ela precisa de umidade para florescer.

O híbrido Blc. Alma Kee foi criado em um laboratório na Tailândia. Sua floração chega a durar 40 dias.

Vocês gostam de orquídeas? Gostaram do post de hoje?


terça-feira, outubro 18, 2011


Aprenda o passo a passo da divisão de mudas de orquídea


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Quando uma orquídea apresenta oito bulbos, ela precisa de mais espaço para crescer. Conheça as dicas de plantio do orquidário Flores Vivas e aproveite para conhecer algumas espécies de orquídeas.

Tesoura de poda

Selecione uma tesoura de poda e esterilize as lâminas com a chama de um isqueiro.

Flor murcha

Elimine a flor murcha (ela pode trazer fungos para a planta) e corte as raízes secas e escuras.

Corte o substrato

Separe quatro bulbos para cada lado e corte ao meio o substrato (sedimento que dá suporte para que as plantas finquem as suas raízes) com a mesma tesoura.

Algodão e fungicida

Cauterize a raiz das mudas com um algodão umedecido em um fungicida (à venda em lojas de paisagismo).

Novo vaso

Em um novo vaso, acomode os quatro bulbos restantes. Este modelo é de refugo de jatobá.

Complete os vasos com substratos de coco até as mudas ficarem firmes. Em seguida, regue.




segunda-feira, outubro 17, 2011


A 'maior orquídea do mundo' floresce no Orquidário Nacional do Ibama


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Planta nativa da Malásia tem 2,5 metros de altura e 19 hastes florais que chegam a atingir três metros
Exibindo porte arbustivo e flores majestosas, a maior orquídea do mundo floresceu nesta terça-feira (01/02) no Orquidário Nacional do Ibama, em Brasília. A planta, espécie Grammatophyllum speciosum, é nativa da Malásia e tem 2,5 metros de altura. Torna-se ainda mais grandiosa por suas 19 hastes florais que atingem três metros e as mais de 400 flores que brotam da planta.
Bem cultivada a pleno sol, desenvolveu-se e adaptou-se aos rigores climáticos do Planalto Central e, ao fim de cinco anos, atingiu a maturidade e a tão esperada floração.
Funcionários do orquidário aproveitaram o momento propício para realizar o cruzamento entre a espécie asiática e uma espécie brasileira do cerrado, o Cyrtopodium brandonianum, dando o sinal para o nascimento futuro de uma nova criatura híbrida, um Grammatopodium, cujo nome de batismo ainda não foi escolhido.
A planta foi doada, ainda pequena, pelo orquidófilo pernambucano Odilon Cunha, colaborador do Orquidário Nacional do Ibama/Projeto Orquídeas do Brasil e proprietário de uma rica coleção de orquídeas, que inclui espécies de todo o planeta.
A orquídea está exposta na frente do orquidário e pode ser contemplada até a próxima semana em Brasília.

EDIÇÃO E MONTAGEM: CRSS3
Aracatiara/Amontada/Itapipoca/Itarema

Orquídea gigante sábado, fevereiro 5, 2011

Essa semana fomos agraciados com a notícia de que uma orquídea gigante floreceu em Brasília. A atenção e curiosidade dos orquidófilos se voltou para o Planalto Central e, realmente, a beleza do Grammatophyllum speciosus enche os olhos dos aficcionados e a dedicação dos profissionais que trabalham no Orquidário Nacional do Ibama enche de orgulho os apreciadores e cultivadores de orquídeas.

Grammatophyllum speciosum

Agradecemos a doação feita pelo orquidófilo pernambucano Sr. Odilon Cunha, colecionador que colabora com o projeto Orquídeas do Brasil e a Sra. Lou Menezes, biologa e responsável pelo Orquidário que acompanhou e cuidou para a plena adptação da espécie que é nativa da Malásia.
Fonte: Globo Rural on line



Orquidea Denphal (híbrido)


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Muita gente pensa que Denphal é um híbrido entre Dendrobium e Phalaenopsis. Isso não é verdade. Essa hibridação é impossível. Denphal são híbridos entre algumas espécies de Dendrobium, notadamente os Dendrobium do grupo, ou seção, Phalaenanthe, os quais possuem flores com pétalas largas, muito parecidas com as flores dos Phalaenopsis, daí o nome. Phalaenopsis em latim significa: parecido com uma borboleta. Os dendrobium desse grupo são nativos da Austrália e Nova Guiné. O Dendrobium phalaenopsis é nativo do nordeste da Austrália e ocorre numa área restrita da parte leste de Cape York, próximo à cidade de Cooktown.

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Essa espécie é a mais característica do grupo e foi ela a usada inicialmente nas hibridações com espécies afins. Com pseudobulbos de até 1.20m de altura e flores com cerca de 7cm de diâmetro, essa é a mais bela espécie da seção Phalaenanthe. As suas flores são muito parecidas com essas das fotos, só que maiores. Hoje o Dendrobium phalaenopsis (1891) não é mais uma espécie à parte e passou a ser uma subespécie do Dendrobium bigibbum. Seu nome ficou sendo então Dendrobium bigibbum phalaenopsis. Eu acho que essa mudança foi acertada, pois as flores dessas duas subespécies são quase idênticas, só variando no tamanho e na cor do labelo. A forma tipo, Dendrobium bigibbum bigibbum (1852), também possui pseudobulbos longos, podendo chegar a 1 metro de altura. Grandes cachos com lindas flores roxas de 5cm de diâmetro saem do topo desses pseudobulbos e caem em cascata ao redor da planta. A característica que diferencia as flores dessa subespécie com as da subespécie phalaenopsis é um ponto branco em forma de triângulo no centro do labelo, abaixo da ponta da coluna. Essa espécie é nativa do nordeste da Austrália, ocorrendo no lado oeste de Cape York. O Dendrobium bigibbum compactum é uma subespécie descoberta em 1941 em rochas expostas ao sol no leste de Cape York entre as cidades de Laura e Cairns. Acredita-se que seja o resultado da evolução da subespécie phalaenopsis em condições mais áridas. Ele só difere da subespécie phalaenopsis por ter pseudobulbos mais baixos, com até 25cm e flores menores. Essa subespécie é muito usada em hibridações, pois reduz o tamanho das plantas. Inicialmente só se fazia hibridações dentro do grupo Phalaenanthe, mas depois, novas e diferentes espécies foram introduzidas nesses híbridos, dando muita variação na forma e na cor das flores. O Dendrobium undulatum, por exemplo, possui flores muito parecidas com as da Schomburgkia crispa e dele saíram os híbridos com segmentos espiralados. O Dendrobium stratioides por sua vez, possui as sépalas inferiores compridas, voltadas para cima e espiraladas como chifres de antílope e o Dendrobium tokai trouxe a cor verde e a amarela para os híbridos. Hoje em dia a variação dos Denphal é enorme, tanto na coloração quanto na forma. O exemplar da foto é um híbrido entre Dendrobium bigibbum compactum e Dendrobium dicuphum. As suas flores são tão parecidas com as do Dendrobium bigibbum, que em alguns casos este híbrido já foi vendido como sendo a espécie. Esse tipo de dendrobium vegeta tanto como epífita, quanto como rupícola, em áreas litorâneas entre zero e 400m acima do nível do mar. O habitat é composto por vegetação seca, muito semelhante à nossa vegetação de restinga e o clima também é semelhante, sendo quente e seco de dia e frio e úmido à noite. A região é de muita luz. Isso nos dá uma boa pista de como ele deve ser cultivado. Se você cultiva Cattleya walkeriana ou Cattleya nobilior, é junto delas que você deve pendurar o seu Denphal. O vaso deve ser pequeno, de preferência apertado para o tamanho da planta e o substrato tanto pode ser o sphagnum (vasos bem pequenos) ou algum substrato de drenagem rápida (vasos plásticos ou de tamanho regular). Por ser uma planta de crescimento rápido, a adubação deve ser semanal e assim que a formação dos pseudobulbos esteja completa, deve-se usar um adubo com baixo nitrogênio, senão ao invés de flores vocês terão keikis. As variedades de pseudobulbos altos devem ter os mesmos tutorados, senão eles se dobram e podem se partir. A rega deve ser mais intensa na época de desenvolvimento dos pseudobulbos e os que estiverem sem folhas devem ser mantidos, pois deles flores também sairão, além do que eles são uma reserva de nutrientes para a planta. Cada pseudobulbo, em plantas bem cultivadas, pode chegar a dar cerca de 5 hastes florais com até 20 flores cada e essa floração pode se repetir por mais alguns anos no mesmo pseudobulbo. Alguns exemplares chegam a ficar floridos por até 3 meses seguidos. Como vocês podem ver, não existe orquídea mais grata que os Denphal e não é à toa que eles são tão populares.

Dicas BLZ Portal
Sit com varias especies de orquideas Orquidario Virtual

domingo, outubro 16, 2011


Cientistas descobrem novas espécies de orquideas


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Cientistas descobrem novas espécies de orquideas na floresta de Papua Nova Guiné, Pesquisa divulgada pela BBC BRASIL.COM.

Boca aberta
Boca aberta

Cientistas trabalhando com a organização ambientalista internacional World Wildlife Fund (WWF) descobriram espécies impressionantes de orquídeas nas florestas de Papua Nova Guiné. Segundo os pesquisadores, oito delas são novas espécies. Outras 20 também podem ser desconhecidas.

As descobertas incluem a Cadetia kutubu, que ganhou o nome graças ao Lago Kutubu na região onde foi encontrada.


Estrela solitária

A Papua Nova Guiné é incrivelmente rica em orquídeas. Das cerca de 25 mil espécies conhecidas no mundo todo, 3 mil são nativas do país.

Esta delicada orquídea, em forma de estrela, é uma espécie nova da Taeniophyllum e ainda não foi nomeada. Com esta, a Papua Nova Guiné terá mais uma orquídea nativa em sua lista.

Lago



O Lago Kutubu na região de Kikori, Papua Nova Guiné - onde as novas espécies foram encontradas - é internacionalmente reconhecido por sua importância biológica. A área é o lar de aves-do-paraíso, da ave da Austrália, o casuar gigante e o canguru das árvores.

A Papua Nova Guiné, província indonésia da Papua, e o vizinho Bornéo, são partes da região mais promissora do mundo para a descoberta de novas espécies.


Aurora vermelha

Esta nova descoberta é integrante da família Dendrobium (D. cuthbertsonii). A maioria das espécies integrantes desta família vive em árvores e não no chão.


Os criadores conseguiram desenvolver muitas variedades artificiais de Dendrobium, incluindo a kimilsungia, que foi batizada em homenagem ao líder da Coréia do Norte.


Epetáculo
As cores desta espécie são brilhantes, a estrutura impressionante, nem mesmo os melhores artistas que modelam vidros em Veneza, Itália, poderiam criar algo tão delicado quanto a Dendrobium spectabile.

O nome já diz tudo


Cientista Wayne Harris

Classificando as descobertas

Um dos cientistas que lideram a pesquisa é Wayne Harris, do Herbário de Queensland na Austrália.

Ele também fez as fotos das orquídeas usadas nesta galeria. Wayne Harris descreve a Papua Nova Guiné como uma "mina de ouro incrível para orquídeas".


Planta pavão

A família das orquídeas ostenta muitas das mais espalhafatosas flores entre todas as plantas e a Bulbophyllum masdevalliaceum é um exemplo disto.

Mais de 1,8 mil espécies de Bulbophyllum foram descritas no mundo todo, mas a Papua Nova Guiné é "seu lar evolutivo", contendo um terço das espécies conhecidas.


Cara de peixe


Pesquisa pela BBC BRASIL.COM



Catasetum e seu cultivo


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Catasetum gnomus
do meu amigo Rodrigo L. Pegorett de Gôiania

Catasetum (em português: Catasseto) um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae). Foi proposto em 1822 por C.S. Kunth, essa descrição foi baseada em informações de L.C. Richard. publicado emSynopsis Plantarum 1: 330-331, sendo o Catasetum macrocarpum Rich. ex Kunth a espécie tipo.


Etimología

O nome deste gênero Catasetum é uma palavra híbrida do grego: κατα (kata), que significa “para baixo”, e do latim: seta, que significa “seda”, numa referência a dois apêndices, que são prolongamentos da coluna, semelhantes a antenas voltadas para baixo, no interior do labelo, nas flores masculinas, na maioria das espécies do gênero.
Catasetum cernuum
Catasetum

Catasetum cernuum
Classificação científica
Domínio:Eukaryota
Reino:Plantae
Divisão:Magnoliophyta
Classe:Liliopsida
Ordem:Asparagales
Família:Orchidaceae
Género:Catasetum
Rich. ex Kunth 1822



Espécies



ver texto
Sinónimos



Monachanthus
Myanthus
Cuculina
Catachaetum
Warczewitzia

Sinónimos:
  • Monachanthus Lindl. (1832)
  • Myanthus Lindl. (1832)
  • Cuculina Raf. (1838)
  • Monacanthus G. Don (1839)
  • Catachaetum Hoffmanns. (1842)
  • Warczewitzia Skinner (1850)

Catasetum barbatum

Descrição

Catasetum pileatum
Possivelmente a espécie mais popular deste gênero devido a suas grandes flores. Muitos híbridos originaram-se desta espécie.
O gênero Catasetum, agrupa mais de cento setenta espécies epífitas, raro terrestres ou rupícolas, encontradas do México ao norte da Argentina, com o maior número de espécies na Amazônia. Cerca de cem espécies existem no Brasil. O Brasil central pode ser considerado seu centro de irradiação.
Catasetum pode ser reconhecido dentre os gêneros desta tribo pelas suas flores masculinas com coluna espessa e semi roliça, em posição normal, ou seja, não torcida para os lados, frequentemente com as já mencionadas antenas abaixo do estigma, cuja interessante função é expelirem o polinário à distância quando tocadas.
Apresentam pseudobulbos carnudos, oblongos e anelados, cespitosos, com diversas folhas dísticas, normalmente decíduas, estreitas, nervuradas, cujas baínhas encontram-se sobrepostas em sua parte inferior, e permanecem recobrindo os pseudobulbos depois de secas. A inflorescência é produzida das gemas dos nós nas laterais dos pseudobulbos, perto da base, racemosa, ereta, curvada ou pendente, em regra apresentando muitas flores quando masculinas e poucas quando femininas.
Apresentam três tipos diferentes de flores, masculinas, femininas e ocasionalmente hermafroditas, comum em hastes separadas, raro na mesma inflorescência. As pétalas e sépalas são inteiramente livres, parecidas, comum curvadas para trás, acanoadas ou coniventes. O labelo é carnoso, séssil, e muito variável nas flores masculinas, geralmente saquiforme nas femininas.
As flores masculinas apresentam formatos muito variáveis, normalmente de coloridos vistosos, ocasionalmente verdes. As flores femininas de quase todas as espécies em regra são verdes e parecidas, de modo que é difícil a identificação de uma espécie pelas flores femininas. Vale notar que a identificação de espécies de Catasetumpelo aspecto vegetativo das plantas também é quase impossível visto serem todas praticamente iguais.
A duas primeiras espécies descritas foram: o Catasetum macrocarpum e o Catasetum maculatum com flores masculinas o que deu origem ao nome. Já em 1828, John Lindley descreveu o Catasetum cristatum baseado em flores flores femininas. Essa capacidade de possuir hora flores masculinas ora femininas, causou muitos erros nas descrições e tornou complicada a taxonomia do gênero na época.
Não se tem certeza sobre o que causa o dimorfismo sexual na floração dos Catasetum, há uma corrente que acredita ser a luz o principal fator para a indução de flores femininas. Já a outra acredita que tanto o estresse hídrico como o estresse térmico são responsáveis pelo aparecimento de flores femininas.
Outro fato curioso sobre este gênero é a capacidade de reduzir seu metabolismo frente a qualquer ataque de pragas ou variações climáticas, esse processo é comumente chamado de dormência, no qual o Catasetumperde as folhas e reduz a absorção de água e nutrientes, permancendo latente até que as adversidades passem, brotando normalmente logo após. O gênero Catasetum é extremamente adaptável, mas requer umidade constante além de alta quantidade de Nitrogênio,para o seu desenvolvimento.

Espécies Aceitas

  • Catasetum aculeatum (Brasil)
  • Catasetum adremedium (Peru)
  • Catasetum alatum (Brasil)
  • Catasetum albovirens (Brasil)
  • Catasetum albuquerquei (Brasil)
  • Catasetum arietinum (Brasil)
  • Catasetum aripuanense (Brasil)

    • Catasetum ariquemense (Brasil)

    • Catasetum ariquemense var. ariquemense (Brasil)
    • Catasetum ariquemense var. viride (Brasil)
  • Catasetum atratum (Brasil)
  • Catasetum barbatum(Venezuela,Brasil)
  • Catasetum bergoldianum (Venezuela)
  • Catasetum bertioguense (Brasil)
  • Catasetum bicallosum (Venezuela)
  • Catasetum bicolor (Colombia, Venezuela)
  • Catasetum bifidum (Brasil)
  • Catasetum blackii (Brasil)
  • Catasetum blepharochilum (Colombia)
  • Catasetum boyi (Brasil)
  • Catasetum brichtae (Brasil)
  • Catasetum callosum (Venezuela)
  • Catasetum carolinianum (Brasil)
  • Catasetum carrenhianum (Brasil)
  • Catasetum carunculatum (Peru)
  • Catasetum cassideum (Venezuela,Brasil)
  • Catasetum caucanum (Colombia)
  • Catasetum caxarariense (Brasil)
  • Catasetum cernuum (Brasil)
  • Catasetum charlesworthii (Venezuela)
  • Catasetum cirrhaeoides (Brasil)
  • Catasetum cochabambanum (Bolívia)
  • Catasetum collare (Venezuela, Brasil)
  • Catasetum colossus (Brasil)
  • Catasetum complanatum (Brasil)
  • Catasetum confusum (Brasil)
  • Catasetum coniforme (Peru)
  • Catasetum cotylicheilum (Peru)
  • Catasetum crinitum (Brasil)
  • Catasetum cristatum (Venezuela,Guianas,Brasil)
  • Catasetum cucullatum (Brasil)
  • Catasetum decipiens (Venezuela)
  • Catasetum dejeaniorum (Guiana)
  • Catasetum deltoideum (Guianas)
  • Catasetum denticulatum (Brasil)
  • Catasetum discolor (Venezuela,Brasil)
  • Catasetum dupliciscutula (Bolivia)
  • Catasetum expansum (Ecuador)
  • Catasetum fernandezii (Peru)
  • Catasetum ferox (Venezuela ,Brazil)
  • Catasetum fimbriatum (Brasil)
  • Catasetum finetianum (Colombia)
  • Catasetum franchinianum (Brasil)
  • Catasetum fuchsii (Bolivia)
  • Catasetum galeatum (Brasil)
  • Catasetum galeritum (Brasil)
  • Catasetum georgii (Brasil)
  • Catasetum gladiatorium (Brasil)
  • Catasetum globiflorum (Brasil)
  • Catasetum gnomus(Brasil)
  • Catasetum gomezii (Venezuela)
  • Catasetum hillsii (Peru)
  • Catasetum hoehnei (Brasil)
  • Catasetum hookeri (Brasil)
  • Catasetum incurvum (Equador,Peru,Brasil)
  • Catasetum integerrimum (Mexico,América Central)
  • Catasetum interhomesianum (Bolivia)
  • Catasetum japurense (Brasil)
  • Catasetum jarae (Peru)
  • Catasetum juruenense (Brasil)
  • Catasetum justinianum (Bolivia)
  • Catasetum kempfii (Bolivia)
  • Catasetum kleberianum (Brasil)
  • Catasetum kraenzlinianum (Brasil)
  • Catasetum laminatum (Mexico)
  • Catasetum lanceatum (Brasil)
  • Catasetum lanxiforme (Peru)
  • Catasetum lehmannii (Colombia)
  • Catasetum lemosii (Brasil)
  • Catasetum lindleyanum (Colombia)
  • Catasetum linguiferum (Brasil)
  • Catasetum longifolium (Venezuela,Brasil)
  • Catasetum longipes (Brasil)
  • Catasetum luridum (Brasil)
  • Catasetum macrocarpum (Venezuela,Brasil)
  • Catasetum macroglossum (Equador)
  • Catasetum maculatum (América Central,Venezuela)
  • Catasetum maranhense (Brazil)
  • Catasetum maroaense (Venezuela)
  • Catasetum matogrossense (Brasil)
  • Catasetum meeae (Brasil)
  • Catasetum mentosum (Brasil)
  • Catasetum merchae (Venezuela)
  • Catasetum micranthum (Brasil)
  • Catasetum microglossum (Peru)
  • Catasetum mojuense (Brasil)
  • Catasetum monodon (Brasil)
  • Catasetum monzonense (Peru)
  • Catasetum moorei (Peru)
  • Catasetum multifidum (Brasil)
  • Catasetum multifissum (Peru)
  • Catasetum nanayanum (Peru)
  • Catasetum napoense (Peru)
  • Catasetum naso (Venezuela)
  • Catasetum ochraceum(Venezuela)
  • Catasetum ollare (Brasil)
  • Catasetum ornithoides (Brasil)
  • Catasetum osakadianum (Brasil)
  • Catasetum osculatum (Brasil)
  • Catasetum palmeirinhense (Brasil)
  • Catasetum parguazense (Venezuela,Brasil)
  • Catasetum pendulum (Mexico)
  • Catasetum peruvianum (Peru)
  • Catasetum pileatum (Venezuela,Brasil)
  • Catasetum planiceps (Venezuela,Brasil)
  • Catasetum platyglossum (Colombia)
  • Catasetum pleidactylon (Peru)
  • Catasetum poriferum (Guiana)
  • Catasetum pulchrum (Brasil)
  • Catasetum punctatum (Brasil)
  • Catasetum purum (Brasil)
  • Catasetum purusense (Peru)
  • Catasetum pusillum (Peru)
  • Catasetum randii (Brasil)
  • Catasetum regnellii (Brasil)
  • Catasetum richteri (Brasil)
  • Catasetum ricii (Bolivia)
  • Catasetum rigidum (Brasil)
  • Catasetum rivularium (Brasil)
  • Catasetum rolfeanum (Brasil)
  • Catasetum rondonense (Brasil)
  • Catasetum rooseveltianum (Brasil)
  • Catasetum saccatum (Brasil,Bolívia)
  • Catasetum samaniegoi (Equador)

    • Catasetum sanguineum (Venezuela)

    • Catasetum sanguineum var. sanguineum (Venezuela)
    • Catasetum sanguineum var. viride (Colombia to Venezuela)
  • Catasetum schmidtianum (Brasil)
  • Catasetum schunkei (Peru)
  • Catasetum schweinfurthii (Peru)
  • Catasetum seccoi (Brasil)
  • Catasetum semicirculatum (Brasil,Bolivia)
  • Catasetum socco (Brasil)

    • Catasetum spitzii (Brazil)

    • Catasetum spitzii var. album (Brasil)
    • Catasetum spitzii var. sanguineum (Brasil)
  • Catasetum stenoglossum (Brasil)
  • Catasetum stevensonii (Peru)
  • Catasetum tabulare (Colombia)
  • Catasetum taguariense (Brasil)
  • Catasetum tenebrosum (Equador, Peru, Brasil)
  • Catasetum tenuiglossum (Peru)
  • Catasetum thompsonii (Guiana)
  • Catasetum tigrinum (Brasil)
  • Catasetum transversicallosum (Peru)
  • Catasetum trautmannii (Peru)
  • Catasetum tricolor (Guatemala)
  • Catasetum tricorne (Colombia)
  • Catasetum triodon (Brasil)
  • Catasetum tuberculatum (Colombia, Peru)
  • Catasetum tucuruiense (Brasil)
  • Catasetum uncatum (Brasil)
  • Catasetum variabile (Brasil)

    • Catasetum vinaceum (Brasil)

    • Catasetum vinaceum var. album (Brasil)
    • Catasetum vinaceum var. splendidum (Brasil)
    • Catasetum vinaceum var. vinaceum (Brasil)
  • Catasetum viridiflavum (América Central)
  • Catasetum yavitaense (Venezuela)

Espécies válidas segundo The Royal Botanic Garden, Kew.

Híbridos naturais

  1. Catasetum × dasilvae K.G.Lacerda & V.P.Castro (2005) = (Catasetum denticulatum × Catasetum tigrinum)
  2. Catasetum × dunstervillei G.A.Romero & Carnevali (1989) = (Catasetum discolor × Catasetum pileatum) - (Venezuela)
  3. Catasetum × evangelistae V.P.Castro & G.F.Carr (2009) = (Catasetum socco × Catasetum triodon)
  4. Catasetum × guianense G.A.Romero & Jenny (1992) = (Catasetum longifolium × Catasetum macrocarpum) - (Guianas)
  5. Catasetum × intermedium L.C.Menezes & Braem (1993) = (Catasetum spitzii × Catasetum taguariensis) - (Brasil)
  6. Catasetum × issanense Pabst (1975) = (Catasetum longifolium × Catasetum pileatum) - (Brasil)
  7. Catasetum × lucasianum L.C.Menezes & V.P.Castro (2008) = (Catasetum fimbriatum × Catasetum lanciferum)
  8. Catasetum × macedoi Campacci & G.F.Carr (2009) = (Catasetum macrocarpum × Catasetum saccatum)
  9. Catasetum × perazolianum K.G.Lacerda & V.P.Castro (2005) = (Catasetum ariquemense × Catasetum denticulatum)
  10. Catasetum × pohlianum P.Castro & Campacci (1993) = (Catasetum bertioguense × Catasetum socco) - (Brasil)
  11. Catasetum × roseoalbum (Hook.) Lindl. (1840) = (Catasetum discolor × Catasetum longifolium)
  12. Catasetum × sodiroi Schltr. (1921) = (Catasetum expansum × Catasetum macroglossum) - (Equador)
  13. Catasetum × tapiriceps Rchb.f. (1888) = (Catasetum macrocarpum × Catasetum pileatum) - (Brasil,Venezuela)
  14. Catasetum × violascens Rchb.f. & Warsz. (1854) = (Catasetum discolor × Catasetum incurvum) - (Peru)
  15. Catasetum × wendlingeri Foldats (1958) = (Catasetum pileatum × Catasetum planiceps) - (Venezuela)

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